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Somos um ponto no Universo. O Universo ainda não é conhecido em medida de grandeza e em finalidade de existência. Vivemos no planeta Terra. Nosso mundo foi dotado de infinitas formas de vida, dentre todas, destacamo-nos como seres humanos. Nós, humanos, nos auto-definimos como seres inteligentes, criativos e superiores aos outros animais. Plenos de capacidades, criamos geringonças, drogas, teorias, ideologias, sistemas, indumentárias, padrões de beleza, de comportamento, poderes etc. De tempos em tempos, modificamos os rumos de nossos interesses. Por isso, anotamos as grandes movimentações realizadas pela Humanidade terrestre. A primeira, em torno da atividade de agricultura, durou dez milênios. A segunda, da revolução industrial, foi feita em três séculos. A terceira, era da informação, estabeleceu-se em três décadas. Atualmente, vivemos uma fase de implementação de todo o conhecimento adquirido nesse caminho. A Humanidade deve, agora, pôr em prática as habilidades já construídas, adquirir e aperfeiçoar outras. Diante de tanto empenho da humanidade em aperfeiçoar os conhecimentos, os serviços oferecidos e sua tecnologia, solicitamos a sua reflexão, para a seguinte questão: "A Humanidade tem investido no homem ou no seu conforto material?".

Com efeito, seria bom refletirmos sobre a condição de alguns seres humanos. Dos que ficaram à margem desses progressos conquistados ao longo dos milênios. Desde a pré-história, o destino do homem e de sua família esteve influenciado por sua força. O mais forte vencia as lutas e tomava para si os pertences do mais fraco. Os velhos, as mulheres e as crianças, naturalmente fragilizados, sofreram mais ao influxo dos poderosos. Essa lógica infame persiste ainda, em que pesem todos os esforços e boas intenções de boa parte dos que detêm, em algum grau, o poder. Os seres humanos enfraquecidos há muito, transmitem aos seus descendentes a herança de viverem sob o jugo do mais forte, do mais ligeiro, do mais rico ou do mais diplomado. Nesse panorama, numa tentativa de rompimento do elo de fraqueza da geração anterior com a geração futura, nós, da Casa da Sopa Francisco de Assis, dispusemo-nos a investir em um bairro de nossa cidade. Há apenas nove anos vimos doando nosso tempo, dinheiro, inteligência e até nossa saúde com a finalidade de promover o cidadão que ali habita.

Com efeito, seria bom refletirmos sobre a condição de alguns seres humanos. Dos que ficaram à margem desses progressos conquistados ao longo dos milênios. Desde a pré-história, o destino do homem e de sua família esteve influenciado por sua força. O mais forte vencia as lutas e tomava para si os pertences do mais fraco. Os velhos, as mulheres e as crianças, naturalmente fragilizados, sofreram mais ao influxo dos poderosos. Essa lógica infame persiste ainda, em que pesem todos os esforços e boas intenções de boa parte dos que detêm, em algum grau, o poder. Os seres humanos enfraquecidos há muito, transmitem aos seus descendentes a herança de viverem sob o jugo do mais forte, do mais ligeiro, do mais rico ou do mais diplomado. Nesse panorama, numa tentativa de rompimento do elo de fraqueza da geração anterior com a geração futura, nós, da Casa da Sopa Francisco de Assis, dispusemo-nos a investir em um bairro de nossa cidade. Há apenas nove anos vimos doando nosso tempo, dinheiro, inteligência e até nossa saúde com a finalidade de promover o cidadão que ali habita.

Nosso alvo é a criança. Desde a gestação, damos suporte alimentar, enxoval e cursos para as futuras mães. Atendemos, também a duzentos e oitenta e cinco famílias, semanalmente, doando a sopa, pães e alimentos in natura que arrecadamos junto à comunidade no decorrer da semana. Com o trabalho de voluntários oferecemos atendimento médico e farmacêutico na especialidade de Homeopatia. Da mesma forma, realiza-se o atendimento odontológico, estendido a todos os integrantes das famílias cadastradas, gratuitamente. Preocupamo-nos com a formação moral e respeitamos profundamente as convicções religiosas das famílias. Oferecemos, semanalmente, uma palestra de cunho religioso. Utilizamo-nos de lições do Evangelho em que fazemos uma analogia com a vida cotidiana das pessoas, suas mazelas e reações diante dos acontecimentos. Procuramos ajudá-los à reflexão em busca de uma vida melhor nas relações de família, no trabalho e em comunidade.

Acreditamos na eficácia de nosso trabalho. Apesar de ser um dos lugares mais desfavorecidos da cidade, sem escola, creche, farmácia, padaria etc., o Jardim Morada do Sol apresenta insignificante índice de criminalidade, violência e mortalidade infantil. A Casa da Sopa Francisco de Assis é a casa da família. Essa família conta com alguns voluntários e pouquíssimos associados. Nunca recebeu verbas públicas. Dependeu e poderá depender sempre do apoio da comunidade. A comunidade é grande, mas, nesse momento, dirigimo-nos a sua pessoa. Como um ponto no Universo, qual será o seu papel nesse nosso trabalho? No que poderemos contar com sua ajuda para essa família? Essa família precisa de sua ajuda para providenciar o amparo alimentar, educacional, médico, farmacêutico, odontológico e psicológico ao ser humano que hoje também precisa preparar-se para o futuro feliz que a Humanidade quer e vai construir.Queremos deixar-lhe um grande abraço e agradecer desde já por sua atenção e paciência em ler esta mensagem.